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19 Perguntas sobre Hipnose e Respostas para um Pré-Talk IMBATÍVEL

Pré-Talk Hipnoterapia
Hipnose

19 Perguntas sobre Hipnose e Respostas para um Pré-Talk IMBATÍVEL

Pré-Talk na Hipnose Clínica

Como fazer pré-talk na ClínicaPré-talk é nome dado à conversa que o hipnotista tem com o cliente antes de levá-lo ao transe hipnótico, seja em uma hipnose de entretenimento ou nas vivências terapêuticas. Como a própria tradução literal diz, pré-talk é uma “pré conversa”, cujo objetivo é esclarecer a pessoa sobre o que é hipnose e como as experiências hipnóticas funcionam.

Quando uma pessoa que nunca entrou em hipnose, tradicionalmente falando, se dispõe a entrar pela primeira vez, é muito comum que ela traga crenças e ideias sobre o processo que nem sempre correspondem à realidade do mesmo. É sob essas circunstâncias que um bom pré-talk se faz necessário, porque se as dúvidas permanecerem juntamente com as crenças e tabus sobre o tema, provavelmente isso irá gerar maiores resistências ao processo e talvez a experiência não seja bem sucedida.

Isso ocorre porque “toda hipnose é uma auto hipnose”. Assim sendo, se o cliente tem dúvidas, essas dúvidas facilmente influenciarão o processo e a pessoa talvez não terá o mesmo engajamento e participação comparada às pessoas que já compreendem o processo e sabem usar sua mente para alterar seus estados internos a fim de vivê-lo.

Nesse artigo nós separamos algumas perguntas que consideramos importantes de serem respondidas, por serem muito comuns dentro da terapia e até mesmo em vivências de entretenimento. Saber respondê-las aumentará muito a qualidade do seu pré-talk na clínica dará á você muito mais poder de ação e convencimento, para que assim você aumente as suas competências de esclarecer os seus clientes e abrir caminhos para experiências hipnóticas mais completas e com melhores resultados.

19 Perguntas sobre Hipnose

e todas as respostas para ajudar você a criar um pré-talk imbatível

Pré-talk na Hipnose Clínica

1.) O que é Hipnose?

A hipnose é uma condição ou estado alterado de consciência, como o sono ou a vigília (estado acordado), caracterizado por um marcante aumento de receptividade à sugestão, de capacidade para modificação de percepção e memória e o potencial para o controle sistemático de uma variedade de funções fisiológicas usualmente involuntárias.

Sendo assim, um profissional utilizando-se da hipnose pode, pela sugestão, alterar e adequar, em benefício ao tratamento de um paciente, os recursos internos do corpo e da mente, facilitando a cura, diminuindo ou eliminando os fatores que causam ou colaboram com a instalação da doença, e despertando a potencialidade orgânica e mental que está dormente e normalmente não é utilizada.

Desta maneira, todos os procedimentos convencionais utilizados no tratamento, tanto cirúrgicos, medicamentosos e outros, são facilitados e podem surtir um resultado maior e mais rápido, já que todo organismo trabalha a favor e com mais eficiência na recuperação.

A hipnose Clínica nada mais é que uma forma de comunicação, ou seja, uma forma de fazer comum, que provoca mudanças e transformações, levando o indivíduo à prática do pensar sobre si mesmo e por si mesmo.

Com esta comunicação pode-se produzir os fenômenos ditos da hipnose, como regressão de idade, hipermnésia, analgesia e outras. Isso dependerá também do sistema orgânico de cada um, a Higiene Mental adquirida junto ao meio ambiente em que vivem suas aprendizagens, pensamentos, apreensões e articulações obtidas durante sua vida.

2.) O que é transe?

O transe é um estado altamente focalizado e intensificado da atenção, onde a realidade passa a ser apenas a proposta pelo hipnoterapeuta ou pelo próprio paciente, determinado por uma alta atividade psíquica, onde diferentes pensamentos podem ser articulados a partir da realidade naquele momento.

Todos os estímulos que antes do transe se faziam presentes deixam de “existir”, para dar lugar a apenas um, aquele que está ocupando toda a sua energia psíquica, a que sua mente está se detendo.

3.) O que é relaxamento?

Relaxamento é um estado de baixa atividade psíquica e orgânica. Pode ser considerado como uma meditação, a quase inexistência de pensamentos e o corpo sem atividades.

4.) Qual a diferença entre transe, relaxamento e hipnose?

O relaxamento é uma baixa atividade psíquica. O transe é um estado altamente focalizado de atenção, uma alta atividade psíquica, atenção direcionada, intensificada e pura. A hipnose é a ocorrência dos diferentes fenômenos do pensamento, que acontecem em intensidades diferentes dependendo da comunicação empreendida pelo hipnoterapeuta e pelo próprio paciente.

5.) Como a hipnose funciona?

Caracterizada por um estado de profundo relaxamento onde o paciente mantém a lucidez e se mostra altamente responsivo às sugestões, pode se observar que existe um aumento da capacidade de concentração. Esta concentração pode ser direcionada à execução de determinadas atividades orgânicas internas a nível até mesmo celular, aumentando e melhorando o trabalho destas células, glândulas, órgãos ou sistemas a favor de uma recuperação mais rápida e mais eficiente, e diminuindo os fatores que intensificariam esta doença.

Este mesmo recurso é conseguido à noite, ao dormir ou quando a pessoa está em repouso (convalescente). A atividade orgânica está diminuída, portanto, mais energia fica disponível para a recuperação e reposição de substâncias e estruturas do corpo; há maior concentração no trabalho e na atividade celular. A diferença é que na hipnose este recurso pode ser conduzido.

6.) Por que e como, durante o transe, o paciente consegue resolver seus problemas?

No dia-a-dia, estamos com nossa atenção dissipada, pensando em muitas coisas ao mesmo tempo; já no transe, o paciente fica focalizado em apenas uma coisa em especial, percebe coisas que normalmente não perceberia, reconhece possibilidades de escolhas que o levarão à mudança.

7.) Quais são as contraindicações da hipnose?

A contraindicação da hipnose está mais no hipnoterapeuta; se este não fizer um trabalho profissional, vindo de uma boa formação, poderá não ter controle sobre algumas situações. Como na hipnose o efeito da comunicação é muito mais intenso, é extremamente importante estar ciente do que se vai comunicar, e os impactos que isso pode ter no paciente.

O transe hipnótico é fruto de um processo psicofisiológico natural, não oferecendo riscos ao paciente, da mesma forma que o sono, o estado de vigília, o estado de meditação e o devaneio. Quando o tratamento é conduzido por um profissional habilitado e capacitado e as sugestões são direcionadas de forma terapêutica, dentro de uma abordagem multidisciplinar, isto é, como apoio de um tratamento bem orientado por especialistas, só resulta em benefícios ao paciente.

Os riscos existem quando o paciente se presta a participar de shows e demonstrações, sem finalidades terapêuticas, e que normalmente são conduzidas por pessoas que se intitulam hipnotizadores, sem formação profissional adequada e não pertencendo à área da saúde.

8.) Qualquer pessoa pode ser hipnotizada?

Dentro da realidade individual de cada um, é possível hipnotizá-la, porém, com algumas tem-se mais dificuldade ou até mesmo a impossibilidade, como por exemplo, pessoas embriagadas, pois tem dificuldade de focalizar sua atenção, assim como pessoas com deficiências mentais ou patologias como a psicose.

9.) Porque no tratamento com a hipnose os resultados são mais rápidos?

A rapidez dos resultados se dá basicamente pela forma de comunicação que é feita, e da disponibilidade do paciente em aceitar tais sugestões. Na hipnose, o paciente tem a possibilidade de chegar a estados profundos de percepção e mudança, que em vigília, apenas numa conversa não chegaria; desta forma a Hipnose Clínica possui grande importância dentro dos hospitais e clínicas especializadas, pois os pacientes já chegam propensos às mudanças.

10.) . Qual a diferença entre a hipnose clássica, a hipnoterapia regressiva e a educativa?

Na hipnose clássica, a forma de comunicação é mais direta, a comunicação é mais objetiva.

Na regressiva, a comunicação é mais indireta e permissiva, levando em consideração a realidade do paciente, possibilitando novas aprendizagens, porém, é mais técnica.

Na educativa são trabalhados os conteúdos humanos a serem desenvolvidos no processo terapêutico, o que o paciente precisa aprender, e como ele vai aprender para superar determinado problema.

11.) Qual a diferença entre o sono e o transe?

Durante o sono, quando o indivíduo está sonhando, tem-se uma alta atividade psíquica, muito parecido com o transe. A diferença maior é o controle que o indivíduo tem no transe, ou seja, o direcionamento dos seus pensamentos é feito de uma forma mais livre.

12.) Como a hipnose pode ajudar um indivíduo que está sendo pressionado no trabalho e não consegue lidar com isso, está com estresse e depressão?

Realmente o mercado de trabalho está cada vez mais agressivo e por isso, há dificuldade das pessoas de lidarem com esse tipo de pressão, pois poucos foram aqueles educados para suportar tudo isso. As pessoas precisam de ajuda terapêutica, na medida em que não estão conseguindo lidar com suas dificuldades e problemas.

Na medida em que não aprenderam no passado, conteúdos que permitam tornarem-se condutores da sua própria vida, agindo com possibilidades de escolhas perante a realidade.

A hipnose da forma que aqui é trabalhada, possibilita a aprendizagem desses conteúdos. O estresse vem do próprio medo de não se conseguir fazer o que se está sendo pedido, com pressão, isso se torna mais caótico.

A depressão é consequência disso tudo, pois uma pessoa com estresse tem uma diminuição na produção de serotonina, neurotransmissor que proporciona as sensações de prazer no corpo, por isso, a depressão.

A hipnoterapia poderá proporcionar a este indivíduo a lidar melhor com as dificuldades do dia-a-dia, de uma forma mais segura, sabendo da sua capacidade e seus limites. Com os novos recursos que serão aprendidos, a hipnose clínica possibilita nesses casos o aumento da autoestima no paciente, criando uma espécie de campo protetor para a normalização da serotonina.

Havendo um equilíbrio emocional, o paciente não fica na dependência do terapeuta e pode controlar sozinho sua ansiedade, estresse, depressão, insônia e hipertensão, possibilitando melhora na qualidade de vida.

13.) O que é a hipnoterapia? Quem pode fazer esse tratamento?

A Hipnoterapia é o trabalho terapêutico vivenciado através da hipnose. São utilizadas técnicas e instrumentos necessários para que o indivíduo busque por ele mesmo, ou com a ajuda do terapeuta, a solução para diferentes problemas.

É importante lembrar que não existe apenas uma forma de hipnoterapia. Normalmente, cada hipnoterapeuta já vem de uma linha teórica da Psicologia, usando a Hipnose segundo esta forma de compreensão do ser humano. Desta forma, cada processo terapêutico será diferente e os resultados desse, também serão diferentes.

Na hipnoterapia, vários são os fenômenos que o paciente pode experimentar em estados hipnóticos ou de transe, podendo levá-lo a ter diferentes aprendizagens e pensamentos. Este curso se propõe ao ensino de um conjunto de técnicas eficientes dentro do que podemos denominar “Terapia Breve“, ou seja, buscar a resposta de um tratamento a curto prazo.

Qualquer pessoa pode se submeter a um trabalho de hipnoterapia; as restrições seriam pacientes em surto psicótico. Os pacientes alcoolizados e drogados têm uma dificuldade maior, na medida em que não conseguem focalizar sua atenção e ainda, pacientes com certas excepcionalidades, principalmente com lesões cerebrais.

14.) Quais são as indicações da aplicação da Hipnose Clínica?

Inúmeras são as indicações, dentre elas podemos citar algumas das mais utilizadas: Ansiedade, depressão e o pânico, vários distúrbios e transtornos provocados ou acentuados pelo estresse e um desequilíbrio emocional; nos distúrbios psicossomáticos, onde um fundo emocional pode ocasionar uma gastrite, asma, processos alérgicos, enxaqueca e vaginismo; no apoio ao tratamento do câncer, da AIDS; nos processos dolorosos, principalmente nas dores crônicas; na cardiologia, no controle da hipertensão e outras cardiopatias; na ginecologia, na obstetrícia, o parto sem dor com um acompanhamento pré-natal com sessões de hipnose.

No preparo de pacientes com indicação cirúrgica, tanto no aspecto emocional como na potencialização da recuperação. Na odontologia como apoio nos tratamentos de pessoas com fobias, traumas; nos problemas relacionados a dores e disfunções da mastigação, bruxismo, dores da ATM; remoção de hábitos de chupar dedos e chupetas, e tratamentos odontológicos em crianças.

Na motivação e aumento da força de vontade; como apoio no alcoolismo, tabagismo e dependências químicas de forma geral. Na ajuda ao controle de peso.

Na obesidade, impotência sexual, ausência de orgasmo, ejaculação precoce. Na preparação de estudantes aos vestibulares e concursos, melhora no desempenho geral de atletas, e muitas outras aplicações.

Sua utilização vem se expandindo a um número cada vez maior de profissionais e especialidades, onde os avanços nos conhecimentos aumentam a segurança e eficiência de sua aplicação, como forma terapêutica de apoio, dentro de uma filosofia moderna de tratamento multidisciplinar.

15.) Qual o objetivo da técnica hipnoterapêutica?

O objetivo é por meio da hipnose ou transe levar o paciente a um estado que não se chega a momentos de vigília ou sono, onde o paciente consegue fazer um recondicionamento mental.

O transe é um estado altamente focalizado, intensificado e puro do pensamento; portanto neste momento, o paciente vive apenas esta realidade e vê além do que veria em outros momentos, por isso, a possibilidade da percepção para a mudança.

A hipnose nada mais é que uma forma de comunicação, ou seja, uma forma de fazer comum, que provoca mudanças e transformações, levando o indivíduo à prática do pensar sobre si mesmo e por si mesmo, o que depende também do sistema orgânico de cada um, da Higiene Mental adquirida durante sua vida, principalmente durante a infância (base da formação psicológica), suas aprendizagens, pensamentos, apreensões e articulações obtidas durante sua vida.

16.) Esse tratamento auxilia no combate ao alcoolismo, às drogas e à obesidade? Como é desenvolvido esse trabalho especificamente?

As pessoas estão sempre em busca de prazer, ou fuga da dor. Por afastamento e por aproximação vivemos toda a nossa vida; alguns dão mais ênfase à dor, outros ao prazer.

Normalmente o álcool, drogas e obesidade são uma junção de ambos prazer e dor. O trabalho deve ser desenvolvido primeiramente no sentido de descobrir o que está levando aquele paciente, em especial a ingerir álcool, drogas ou comer em demasia. Procura-se, então, despertar outras formas de prazer.

Às vezes, principalmente o adolescente, usa a droga e o álcool para chamar a atenção e normalmente a família é desestruturada e o filho é apenas um sintoma de uma família doente (nesses casos é importante um trabalho de conscientização e orientação junto à família, pois se existe influência do meio, poderá haver um novo recondicionamento mental, e a pessoa volta às fugas novamente, em alguns casos, até ao suicídio.

Para isso, estudaremos técnicas como a ancoragem (PNL), onde implantamos na mente do paciente uma espécie de gatilho, com sugestões diretas. Sempre que a mente manifestar a vontade de recorrer ao álcool, drogas ou a compulsão alimentar, o gatilho é disparado automaticamente e mediante um desvio condicionado, o paciente, por exemplo, sente muita sede e se satisfaz com um copo de água. Caso este condicionamento não seja implantado, o paciente entra em crise de abstinência e certamente voltará ao hábito ou vício novamente.

No caso da obesidade, que pode estar associada ao modo de vida ou a hereditariedade, temos também a influência da parte psicológica. Come-se por ansiedade, por medo, por angústia; come-se para se proteger de algo ou alguém. Come-se simplesmente por prazer, raiva, decepção amorosa e muitos outros motivos.

É necessário analisar o que leva este paciente em especial, a comer da forma que o faz. Busca-se em sua história de vida, através da análise pré-hipnose, conteúdos, pensamentos e aprendizagens que o levam a comer exageradamente.

A partir do diagnóstico, é possível traçar estratégias de mudança, possibilitando ao paciente perceber que existem outras formas mais saudáveis de conseguir o que se quer, sem precisar ingerir alimentos freneticamente, debilitando o corpo e a mente e ferindo o amor próprio.

Para reforçar a técnica de Sugestão Direta, é recomendado empregar a técnica de Condicionamento Interno, voltada à autoestima e à força de vontade do paciente.

17.) Que mudanças esse tipo de tratamento pode causar ao paciente?

As mudanças em termos psicológicos, fisiológicos e comportamentais são as mais variadas possíveis: de pensamentos, sentimentos e atitudes, tendo uma maior percepção de si e do ambiente que o rodeia, possibilitando um maior controle sobre a vida.

É claro que a hipnose por si só não basta, é necessário termos conteúdos humanos para repassar aos pacientes, pois este deve ser um trabalho não só terapêutico, mas também didático.

Entretanto, vale salientar que com a elevação da autoestima de um paciente, seu metabolismo passa a dar respostas imediatas, melhorando sua capacidade neurológica, imunológica e endócrina, entre outros fatores.

18.) Como as técnicas hipnoterápicas ajudam a vencer medos, fobias e síndromes?

Normalmente nas diferentes fobias o que temos é um medo irracional de algo específico ou de lugares. Por algum motivo, este paciente desenvolveu a fobia; desta forma buscam-se quais foram as causas que o levaram a este medo.

A partir disso, por meio da hipnose desenvolvem-se novas aprendizagens que possibilitem o enfrentamento e superação deste(s) medo(s). No que concerne às síndromes, podemos empregar a técnica da Dessensibilização Sistemática que estudamos no Curso de Hipnose Clínica.

19.) Como a hipnoterapia pode reverter o quadro emocional da ansiedade?

Estudos sobre o assunto têm sido efetuados desde a mais remota Antiguidade e a constatação de reversão do quadro emocional da ansiedade é evidente desde os tempos de Aristóteles.

Sacerdotes, magos e feiticeiros da pré-história curavam pacientes contando-lhes histórias de uma forma muito parecida com o procedimento hipnótico.

No Egito de cinco mil anos atrás, os famosos templos do sono eram os locais onde os pacientes eram submetidos a passes hipnóticos muito semelhantes aos dos centros espíritas de hoje.

Em todos os casos, o hipnoterapeuta, ou como o queiram chamar em cada época, toma conhecimento dos detalhes da história do paciente com muito mais rapidez do que em um processo de terapia tradicional, podendo identificar com relativa facilidade, as razões principais para o seu estado de ansiedade.

A partir daí o processo de tratamento vai depender do terapeuta, mas já com pleno conhecimento da realidade do paciente e podendo escolher sua linha de ação com muito mais facilidade.

Conclusão sobre o pré-talk na clínica

Certamente existem inúmeras outras perguntas e respostas que podem nos ajudar a melhorar a qualidade do nosso pré-talk e aumentar a qualidade dos nossos atendimentos e das práticas de hipnose, mas acreditamos que as que selecionamos acima são suficientes para você aprimorar suas respostas e ajudar as pessoas a viverem as melhores experiências.

Agora é o seu momento de deixar comentários sobre esse artigo e também nos contar sobre:
* Como você faz o seu pré-talk?
* Qual a importância do pré-talk para você?
* Há alguma informação no artigo que você ainda não sabia sobre pré-talk?
* Se você pudesse imaginar um pré-talk ruim acontecendo, como seria?
* Você acredita que é possível fazer uma boa sessão de terapia sem fazer pré-talk?
* Na sua percepção, é mais fácil fazer pré-talk para hipnose clínica ou para entretenimento?
* Se você pudesse criar um pré-talk infalível, como ele seria?

Responda nos comentários para que possamos aprender também a melhorar o nosso pré-talk com você 🙂

Comentários (3)

  1. Lucy

    Artigo bem esclarecedor .

  2. Renato

    Olá André!
    O pré-talk é fundamental na hipnoterapia, sem um bom pré-talk as chances de uma boa terapia são bem reduzidas!
    Acredito que essas 19 explanações que você citou com muita excelência são suficientes para uma boa terapia!
    Obrigado por compartilhar os seus conhecimentos!
    Forte abraço!

    1. Gratidão Renato! Obrigado pelo comentário meu amigo!

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